A política está presente na sua vida. Participar faz diferença.

“Patriotismo é viver com dignidade”

Boa tarde, minha gente. Tem palavra que só aparece quando o caldo entorna: patriotismo. É impressionante. Basta o clima político ficar pesado que, de repente, todo mundo vira torcedor da pátria. Parece até propaganda de Copa do Mundo.

Porque você sabe como é: toca aquele hino emocionante, mostram gols de 20 anos atrás, lembram conquistas que ninguém mais tem idade pra repetir… e pronto. A gente até esquece que o time anda tropeçando. É o famoso “olha ali o passado brilhando, não repara no presente, não”.

Na política, funciona igual. Quando falta resultado, sobra bandeira. Quando falta solução, sobra discurso sobre “grandeza nacional”. É quase um replay automático: troca-se a conversa difícil pela emoção fácil.

Mas patriotismo de verdade não é isso. Não é trilha sonora épica, não é montagem bonita, não é nostalgia de tempos melhores. Patriotismo é viver com dignidade. É ter serviço público que funciona, é ter respeito no dia a dia, é ter futuro — não só lembrança.

E, convenhamos, dignidade não se produz com edição de vídeo. Nem com discurso inflamado. Ela se constrói no básico, aquele básico que não aparece em propaganda nenhuma.

Então, quando vierem com patriotismo embalado igual comercial de Copa, vale a pena perguntar: “tá bonito, tá emocionante… mas resolve o quê?”. Porque emoção passa. Dignidade, não.

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LIVROS

Tidinha uma história de família

A história contada neste livro teve início em meados da década de 1940, na antiga Vila do Cumbe – hoje município de Euclides da Cunha – a partir da união entre Glicério Lívio de Abreu e Hilda Campos Silva, carinhosamente chamada por todos de Tidinha.

Seguindo em frente

“Seguindo em frente” conta uma história real de um casal oriundo do sertão agreste baiano, tendo como principal personagem Tidinha, uma mulher destemida e carismática que, por meio da sua união com Glicério, formou uma numerosa família de nove filhos.

Testagrossa: Uma história de lutas

A No título do livro utiliza-se a palavra “lutas” para fazer menção às diversas lutas travadas por Toinho, não apenas aquelas que exigiram punhos cerrados e valentia, mas também as que testaram sua determinação, seus conflitos internos, sua compaixão e sua fé na humanidade, já que, embora ele sempre tenha sido apontado como uma pessoa de temperamento forte e “brigão”, ele foi de fato uma pessoa justa, protetora, carinhosa e prestativa, que sempre buscou ajudar todos ao seu redor. E foi assim que Toinho conquistou o respeito e a admiração de todos.