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“O Nordeste Acende o País… e Fica no Escuro do Mesmo Jeito”

Pessoal, chega mais, porque a história de hoje parece piada pronta. O Nordeste virou potência mundial de energia limpa. É sol que trabalha em turno dobrado, vento que não pede folga nem no feriado, e parque eólico que cresce mais rápido que promessa em época de eleição.

Aí você pensa: “Com tanta energia barata pra produzir, minha conta de luz deve ser uma beleza, né?” Pois é… senta, respira e segura o riso.

Segundo a Frente Nacional dos Consumidores de Energia, decisões lá de Brasília e do Congresso colocaram quase um trilhão de reais na conta de luz até 2050. Um trilhão, ouvinte. Se você nunca viu um trilhão, não se preocupe: ele vai te visitar todo mês na fatura.

E tem o tal “leilão de reserva de capacidade”, que sozinho deve custar R$ 546 bilhões.

Sem falar nos famosos “jabutis”, aquelas emendas que aparecem do nada, como quem chega na festa sem ser convidado e ainda leva a sobremesa embora. Jabuti em árvore já é estranho… agora jabuti na conta de luz é quase arte contemporânea.

Enquanto isso, a tarifa sobe mais rápido que áudio de fofoca no WhatsApp. O Nordeste produz energia de sobra, mas paga como se estivesse importando eletricidade de outro planeta. Marte, talvez. Ou Júpiter, dependendo da bandeira tarifária.

Agora, tem gente — inclusive o presidente — que vive dizendo que “o atraso do Nordeste é culpa dos seus governantes”. E tem especialista que concorda, dizendo que os números mostram que a região virou potência energética, mas muitos governos não transformaram essa riqueza em benefício direto pro povo. É aquela velha história: a mesa tá cheia, mas o prato continua vazio.

No fim das contas, o Nordeste virou aquele amigo que faz o churrasco, compra a carne, acende a brasa, assa tudo… e na hora de comer só sobra a farofa seca.

Produz energia pra caramba, mas continua pagando caro. E o povo? O povo segue firme, iluminado… mas só pela força da paciência.

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LIVROS

Tidinha uma história de família

A história contada neste livro teve início em meados da década de 1940, na antiga Vila do Cumbe – hoje município de Euclides da Cunha – a partir da união entre Glicério Lívio de Abreu e Hilda Campos Silva, carinhosamente chamada por todos de Tidinha.

Seguindo em frente

“Seguindo em frente” conta uma história real de um casal oriundo do sertão agreste baiano, tendo como principal personagem Tidinha, uma mulher destemida e carismática que, por meio da sua união com Glicério, formou uma numerosa família de nove filhos.

Testagrossa: Uma história de lutas

A No título do livro utiliza-se a palavra “lutas” para fazer menção às diversas lutas travadas por Toinho, não apenas aquelas que exigiram punhos cerrados e valentia, mas também as que testaram sua determinação, seus conflitos internos, sua compaixão e sua fé na humanidade, já que, embora ele sempre tenha sido apontado como uma pessoa de temperamento forte e “brigão”, ele foi de fato uma pessoa justa, protetora, carinhosa e prestativa, que sempre buscou ajudar todos ao seu redor. E foi assim que Toinho conquistou o respeito e a admiração de todos.