A política está presente na sua vida. Participar faz diferença.

O Brasil precisa de um novo rumo e um novo prumo

O Brasil anda precisando de um rumo novo e um prumo mais firme, porque viver de trocar o nome na porta do gabinete não resolve a vida de ninguém. A cada eleição, parece que o País entra naquele ciclo de “tira um, bota outro”, como se isso fosse mágica. Mas mágica mesmo seria ver alguém explicar o que pretende fazer com a corrupção, o crescimento baixo, a renda caindo e o país amarrado e amordaçado num modelo ultrapassado e sem futuro.

O curioso é que todo mundo sabe qual é o problema — isso já virou até assunto de mesa de bar — mas quando chega a hora de dizer o que fazer, aí o silêncio vira estratégia. E o eleitor fica ali, no meio do fogo cruzado, ouvindo promessas que parecem repetição de novela antiga.

E tem um detalhe que muita gente finge que não percebe: a maioria do povo não é de um lado nem do outro. Não veste camisa de torcida, não acorda pensando em briga política, não vive de meme. Essa turma, que trabalha, paga imposto e tenta sobreviver ao mês, é quem realmente decide a eleição. E, ironicamente, é justamente quem menos recebe propostas claras.

No fim das contas, o Brasil tá mesmo é precisando de rumo e prumo, porque a gente vive trocando o piloto… mas o cabra que sobe pra guiar parece mais um bêbado tentando equilibrar a carroça na buraqueira. E quem puxa a carroça, coitado, continua lá, firme, fazendo o que pode, enquanto o País balança mais que rede velha em dia de ventania.

E o mais irônico é que todo ano eleitoral aparece alguém dizendo que agora vai, que agora é diferente, que agora o caminho muda. Mas quando a poeira baixa, a gente percebe que só trocaram o bêbado, não o trajeto. A carroça é a mesma seguindo pelo mesmo caminho esburacado, como se estivesse a repetir a mesma trajetória.

Se o Brasil quiser mesmo sair do atoleiro, vai ter que parar de achar que mudança é só trocar quem segura as rédeas. Porque, do jeito que tá, nem promessa de São João, nem reza de Dona Maria, dá conta de endireitar essa viagem torta. E o povo, arretado, mas paciente, segue esperando o dia em que alguém finalmente apareça sóbrio o suficiente pra guiar esse País sem derrubar os mais fracos e os vulneráveis no chão.

Compartilhe esse texto

LIVROS

Tidinha uma história de família

A história contada neste livro teve início em meados da década de 1940, na antiga Vila do Cumbe – hoje município de Euclides da Cunha – a partir da união entre Glicério Lívio de Abreu e Hilda Campos Silva, carinhosamente chamada por todos de Tidinha.

Seguindo em frente

“Seguindo em frente” conta uma história real de um casal oriundo do sertão agreste baiano, tendo como principal personagem Tidinha, uma mulher destemida e carismática que, por meio da sua união com Glicério, formou uma numerosa família de nove filhos.

Testagrossa: Uma história de lutas

A No título do livro utiliza-se a palavra “lutas” para fazer menção às diversas lutas travadas por Toinho, não apenas aquelas que exigiram punhos cerrados e valentia, mas também as que testaram sua determinação, seus conflitos internos, sua compaixão e sua fé na humanidade, já que, embora ele sempre tenha sido apontado como uma pessoa de temperamento forte e “brigão”, ele foi de fato uma pessoa justa, protetora, carinhosa e prestativa, que sempre buscou ajudar todos ao seu redor. E foi assim que Toinho conquistou o respeito e a admiração de todos.