A política está presente na sua vida. Participar faz diferença.

Direita, esquerda… e o povo que só quer seguir a vida

Hoje em dia tem gente que adora perguntar: — Você é de direita ou de esquerda.

Mas essa conversa nem chega na porteira do povo que rala.

Outro dia, num sítio, perguntaram isso a um trabalhador da roça. Ele deu uma risadinha e respondeu: — Cuma?

O sujeito insistiu. E ele disse: — Meu filho, só sei que quando a gente reza o credo e faz oração “em nome do Pai”, Deus tá sentado à direita do Pai todo poderoso. Deus me livre de contrariar.

Fim da filosofia. O povo não vive de teoria. Vive de realidade.

Quando perguntam em quem ele vai votar, a resposta vem seca, sem rodeio: — Vou votar com minha consciência. Meu voto não tá à venda. Se quiser comprar, vá procurar outra freguesia.

Esse eleitor não é de lado nenhum. É de luta. É de trabalho.

E os empreendedores? A mesma sinceridade — com outra ironia.

Pergunte ao dono do mercadinho, ao MEI, ao barbeiro, à manicure, ao vendedor de picolé: — Em quem você vai votar.

A resposta vem com aquele humor de quem já viu promessa demais: — Vou votar pela renovação, pela mudança. E político que não trabalhou, meu amigo, não cumpriu… a gente dá TCHAU.

E se insistirem, ele completa: — O vício do cachimbo é que entorta a boca. Se não trocar, continua tudo do mesmo jeito.

E arremata: — Eu sou trabalhador. Quero é resultado.

O povo quer o básico — e isso não tem lado.

O brasileiro quer:

  • Trabalho — porque ninguém vive de discurso bonito.
  • Saúde que funcione — médico, remédio e atendimento… tudo junto, como se fosse normal.
  • Escola boa — pra que os filhos aprendam mais que “se vira nos 30”.
  • Estrada decente — pra ir e vir sem transformar o carro em trator.
  • Segurança pra viver — sair e voltar pra casa sem fazer promessa a santo.
  • Respeito ao dinheiro suado — cada real vem de sol, suor e coragem.
  • Menos impostos — porque ninguém aguenta trabalhar pra sustentar governo.
  • E, claro, não roubar — esse detalhe básico que alguns tratam como se fosse normal.

O resto é conversa de quem tem tempo pra discutir.

E pra concluir: enquanto uns vivem brigando pra ver quem é mais de um lado ou de outro, quem perde é sempre o mesmo — o povo que acorda cedo, trabalha muito, ganha pouco e só quer viver com dignidade.

E pense bem: naquele minuto diante da urna, você é o patrão. É você quem decide. É você quem admite. É você quem demite.

Político pode até se achar importante, mas ali, na frente da urna, ele vira funcionário temporário. E funcionário que não trabalha direito, não presta serviço… a gente bota pra correr.

Porque voto não é favor, não é troca, não é promessa. Voto é decisão. E decisão é coisa séria.

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LIVROS

Tidinha uma história de família

A história contada neste livro teve início em meados da década de 1940, na antiga Vila do Cumbe – hoje município de Euclides da Cunha – a partir da união entre Glicério Lívio de Abreu e Hilda Campos Silva, carinhosamente chamada por todos de Tidinha.

Seguindo em frente

“Seguindo em frente” conta uma história real de um casal oriundo do sertão agreste baiano, tendo como principal personagem Tidinha, uma mulher destemida e carismática que, por meio da sua união com Glicério, formou uma numerosa família de nove filhos.

Testagrossa: Uma história de lutas

A No título do livro utiliza-se a palavra “lutas” para fazer menção às diversas lutas travadas por Toinho, não apenas aquelas que exigiram punhos cerrados e valentia, mas também as que testaram sua determinação, seus conflitos internos, sua compaixão e sua fé na humanidade, já que, embora ele sempre tenha sido apontado como uma pessoa de temperamento forte e “brigão”, ele foi de fato uma pessoa justa, protetora, carinhosa e prestativa, que sempre buscou ajudar todos ao seu redor. E foi assim que Toinho conquistou o respeito e a admiração de todos.