Salvador já viveu muitos ciclos políticos, mas poucos foram tão marcantes quanto a chegada de ACM Neto à prefeitura em 2013. Sua vitória na eleição de 2012 — mesmo enfrentando uma máquina política poderosa, com presidente, governador e ex‑presidente no palanque adversário — foi o ponto de virada que abriu um novo capítulo na história da capital baiana.
Naquele momento, a frase dita pela então presidente Dilma Rousseff, ao afirmar que Salvador não merecia um “prefeitinho”, acabou se tornando um símbolo da desconexão entre o discurso nacional e o sentimento real da população. O resultado das urnas mostrou exatamente o contrário: Salvador queria mudança, queria gestão, queria ser tratada com seriedade. E encontrou isso em ACM Neto.
Ao longo de dois mandatos, a cidade passou por uma transformação profunda. A orla ganhou vida, o Centro Histórico voltou a respirar cultura, a mobilidade urbana avançou, a gestão fiscal se reorganizou e Salvador deixou de ser vista como uma capital problemática para se tornar referência nacional de administração pública.
Entre as obras estruturantes, uma merece destaque especial: a construção do novo Centro de Convenções, que substituiu o antigo equipamento — deteriorado, inseguro e incapaz de receber grandes eventos nacionais. A nova estrutura recolocou Salvador no circuito dos grandes congressos, feiras e shows, fortalecendo o turismo e a economia da cidade.


O impacto da gestão foi tão expressivo que o seu sucessor, Bruno Reis, eleito em 2020, iniciou seu mandato com forte aprovação e rapidamente se consolidou como outro excelente gestor. Isso não aconteceu por acaso: ACM Neto sempre demonstrou habilidade em formar quadros competentes, montar equipes técnicas e preparar novos líderes. Afinal, como se diz: “Líder é aquele capaz de formar novos líderes.” E ACM Neto sabe fazer isso.
Hoje, olhando para trás, é evidente que sua passagem pela prefeitura marcou uma virada histórica. Salvador se modernizou, ganhou autoestima e voltou a ocupar o lugar que merece entre as grandes metrópoles brasileiras.